BALANÇO DA INCURSÃO DOS TUGAS AO TERRITÓRIO DOS LONDRINOS
(Isto era para ser escrito na língua do Shakespeare, mas, como a maioria não percebe nada disso, vai na língua do Camões, que vocês mal dominam e se não souberem alguma palavra, podem sempre consultar um dicionário. Boa sorte.)
Em primeiro lugar dar os parabéns pela organização. [RISOS]
A miudagem portou-se
globalmente mal, tirando uma ou outra, mas todos temos ou tivemos pais e avós e
sabemos como era.
Todo o povo veio
satisfeito, o que acho muito mal, ainda deviam de estar traumatizados pela
última viagem.
Resumindo: a evitar
repetir, o tempo atmosférico não esteve contra, só choveu a sério uma vez e até
nisso Londres está a perder qualidades.
Falou-se pouco a
língua dos indígenas, pelo que desde já proponho que para o ano vamos para
Albufeira.
Só houve um acidente
a registar (mas como a culpa foi minha, passemos em frente) o que é brilhante
num grupo de 15 dinossauros com uma média de idades de 60 mil anos ou menos,
Haveria muito mais a
dizer, mas por agora…
Esperando as reações,
dos reacionários…
A pedido de várias
famílias este manuscrito (apesar de ter sido escrito com os pés) e encontrado
numa ânfora e de autor anónimo (abaixo assinado e a bem da nação) numa antiga
ad-daiâ de Feijou, em pleno território mouro.
Me, myself, I. (só para não dizerem que não escrevi nada em Kamone)
Sir Victor Antunes
(cavaleiro da Ordem do Banho em praias da Costa da Caparica)
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